Nossa, muito tempo sem postar.
Decidi mudar a linha editorial do blog pra uma coisa menos depressiva. Só estava esperando um fato realmente significativo para tal e ele aconteceu. Porém, não irei revelá-lo ainda pelo motivo de não querer me pressipitar... mas é notícia boa (pelo menos pra mim).
Nesse tempo que deixei de escrever, minha vida virou de cabeça para baixo e posso até dizer que troquei a maioria das coisas que estavam monótonas para mais dinâmicas. Eu quero mudanças diárias, novidades e aprender, aprender muito sobre cada coisa pequena. Conhecer, ler, escutar, absorver. Essa sou eu e não perdi minha essência por ter tomado caminhos diferentes. O bom é que voltei ao meu eixo e agora sei quem sou graças a essa virada que deu minha vida. Sou grata a pessoas que vocês nem acreditariam!
Aprendi coisas que ficaria horas dissertando, por exemplo, como adaptar-se em qualquer situação constrangedora. O que mais tenho passado é por saia-justa, não só em situações visuais como nas orais. Quem fala de quem, onde, quando porque e o que eu tenho a ver com isso tudo? Nem eu sei. Só sei que tô encroada em umas histórias que desconheço e estou tentando me esquivar. A tranquilidade que eu quero depende das minhas atitudes e das atitudes alheias. Minha parte eu faço, espero que faça a sua. Não enche! ;D
Como eu disse, a parte boa está por vir... e sim, ela tem nome!
domingo, 2 de novembro de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Futebol, a venda...
... de ingressos ou a venda nos olhos? Escolha.
O inferno começa ás 4h da tarde de um domingo chuvoso no Maracanã. Flamengo e Botafogo se enfrentam em busca do título do Campeonato Carioca que é disputado todos os anos, pelos mesmos times. Engraçado é saber que em todos esses ano de campeonato, os maiores times do Rio de Janeiro se colocaram nas melhores posições, as vezes como campeões, as vezes como vice. Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco sempre ficam nas finais. Em 102 anos de repetição, os discursos dos técnicos, jogadores e preparadores físicos são os mesmos. Parece (ou é) que as falas são decoradas para que alguns semi-analfabetos existentes nos times falem corretamente e bonito, claro, para a alegria de milhões de torcedores desesperados que não ganham um centavo, e sim pagam uma pequena fortuna que seria a comida da família de muitos para assistir um jogo que já se prevê o resultado. Não, não sou contra o futebol, sou contra o fanatismo com qualquer coisa que seja. Gostar não quer dizer se vendar e se doar somente para o que gosta. Um time, uma banda, uma pessoa, podem até saber da sua existência, podem até gostar de você, mas nunca se esqueça que vc é uma notinha, as vezes 10 reais, as vezes de 100.
O inferno começa ás 4h da tarde de um domingo chuvoso no Maracanã. Flamengo e Botafogo se enfrentam em busca do título do Campeonato Carioca que é disputado todos os anos, pelos mesmos times. Engraçado é saber que em todos esses ano de campeonato, os maiores times do Rio de Janeiro se colocaram nas melhores posições, as vezes como campeões, as vezes como vice. Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco sempre ficam nas finais. Em 102 anos de repetição, os discursos dos técnicos, jogadores e preparadores físicos são os mesmos. Parece (ou é) que as falas são decoradas para que alguns semi-analfabetos existentes nos times falem corretamente e bonito, claro, para a alegria de milhões de torcedores desesperados que não ganham um centavo, e sim pagam uma pequena fortuna que seria a comida da família de muitos para assistir um jogo que já se prevê o resultado. Não, não sou contra o futebol, sou contra o fanatismo com qualquer coisa que seja. Gostar não quer dizer se vendar e se doar somente para o que gosta. Um time, uma banda, uma pessoa, podem até saber da sua existência, podem até gostar de você, mas nunca se esqueça que vc é uma notinha, as vezes 10 reais, as vezes de 100.
Os quatro dias que não acontecerão
Faculdade, instituição de ensino de lucro
Lembra da tal defesa de monografia, então, só que no meu caso seria a tal defesa um jornal mural de uma determinada faculdade de comunicação social a qual o nome não citarei. É, nós alunos de faculdade particular somos ricos bolsistas ou filhos de pessoas que conseguem descontos grandes para que nós possamos estudar. Nós tivemos dinheiro suficiente para estudar nos melhores colégios e conseguirmos passar para as federais. Temos ajuda do governo e incentivo completo da faculdade em que estudamos para crescermos dentro do curso que nos é oferecido a preços baixíssimos. Sarcasmo a parte, isso é uma reinvidicação a ser levada em consideração. Os preparativos estavam sendo confeccionados a cerca de dois meses. E-mails com perguntas e respostas mal-criadas, estresse, ensiedade e trabalho para que no final, os quatro dias tão esperados fossem sufocados pela falta de consideração de uma instituição de ensino que seria mais privilegiada do que os quatro alunos presentes defendendo não só seus trabalhos, mas também todo um conjuto educacional. Pobres alunos de faculdades milionárias que não têm 144 reias para bancar cada um de seus alunos-representantes numa viagem de expansão de negócios acadêmicos. Prêmio para a faculdade, prêmio para os alunos se não faltassem os quase 150 reias de uma grande cara de pau.
Lembra da tal defesa de monografia, então, só que no meu caso seria a tal defesa um jornal mural de uma determinada faculdade de comunicação social a qual o nome não citarei. É, nós alunos de faculdade particular somos ricos bolsistas ou filhos de pessoas que conseguem descontos grandes para que nós possamos estudar. Nós tivemos dinheiro suficiente para estudar nos melhores colégios e conseguirmos passar para as federais. Temos ajuda do governo e incentivo completo da faculdade em que estudamos para crescermos dentro do curso que nos é oferecido a preços baixíssimos. Sarcasmo a parte, isso é uma reinvidicação a ser levada em consideração. Os preparativos estavam sendo confeccionados a cerca de dois meses. E-mails com perguntas e respostas mal-criadas, estresse, ensiedade e trabalho para que no final, os quatro dias tão esperados fossem sufocados pela falta de consideração de uma instituição de ensino que seria mais privilegiada do que os quatro alunos presentes defendendo não só seus trabalhos, mas também todo um conjuto educacional. Pobres alunos de faculdades milionárias que não têm 144 reias para bancar cada um de seus alunos-representantes numa viagem de expansão de negócios acadêmicos. Prêmio para a faculdade, prêmio para os alunos se não faltassem os quase 150 reias de uma grande cara de pau.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Sociedade
O não-social
Apoveitando esse momento de mulherzinha com tpm e afins, tirei o dia para me retorcer de dor e pensar um pouco na vida. O primeiro passo para que isso aconteça é ficar de pijama o dia todo, comer barras e barras de chocolate (pode aproveitar as sobras dos ovos da Páscoa) e assistir filmes que falem sobre como o mundo é cruel. Os escolhidos pela tv de hoje foram: Garotas Malvadas e Filhos da Esperança. Opostos? Talvez, depende do ponto de vista. É engraçado ver toda uma pátria como a do Estados Unidos resumida a um colégio cheio de patricinhas burras que pisam umas nas outras e em quem passa por perto. Por outro lado, não é agradável ver um mundo inteiro (no filme só é mostrada a Inglaterra) investindo toda esperança de renascimento em um bebê. Por trás de histórias marcantes há um ponto em comum que são seres humanos lutando contra seus próprios irmãos. A luta por sobrevivência e superioridade continua, desde a sobrevivência para se manter numa escola onde a rejeição pelos não-populares é visível, até a superioridade dos ingleses sobre os imigrantes ilegais que fogem por uma melhoria e cabam se afundando mais. Fingir! Essa é a socieadade do fingimento a qual não quero participar, me camuflar de "inglesa" ou de "invejavel" para ser aceita. Eu tirei o dia para pensar em mim, mas descobri que não adianta colocar o EU antes das reais prioridades do mundo.
Apoveitando esse momento de mulherzinha com tpm e afins, tirei o dia para me retorcer de dor e pensar um pouco na vida. O primeiro passo para que isso aconteça é ficar de pijama o dia todo, comer barras e barras de chocolate (pode aproveitar as sobras dos ovos da Páscoa) e assistir filmes que falem sobre como o mundo é cruel. Os escolhidos pela tv de hoje foram: Garotas Malvadas e Filhos da Esperança. Opostos? Talvez, depende do ponto de vista. É engraçado ver toda uma pátria como a do Estados Unidos resumida a um colégio cheio de patricinhas burras que pisam umas nas outras e em quem passa por perto. Por outro lado, não é agradável ver um mundo inteiro (no filme só é mostrada a Inglaterra) investindo toda esperança de renascimento em um bebê. Por trás de histórias marcantes há um ponto em comum que são seres humanos lutando contra seus próprios irmãos. A luta por sobrevivência e superioridade continua, desde a sobrevivência para se manter numa escola onde a rejeição pelos não-populares é visível, até a superioridade dos ingleses sobre os imigrantes ilegais que fogem por uma melhoria e cabam se afundando mais. Fingir! Essa é a socieadade do fingimento a qual não quero participar, me camuflar de "inglesa" ou de "invejavel" para ser aceita. Eu tirei o dia para pensar em mim, mas descobri que não adianta colocar o EU antes das reais prioridades do mundo.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Eu quero, eu posso, eu consigo
O que é meu está guardado
Quando mais nova me auto acreditava, pensava que não era capaz de ser melhor do que meus colegas nas notas ou até em conseguir namorar o menino mais legal da turma. Ao mesmo tempo me esforçava muito para que me tornasse diferente, tentava acreditar em mim mesmo com tantos contras ao meu favor. Não era necessário ninguém dizer que eu era a malhor, a mais bonita, a mais inteligente; era preciso que eu acreditasse que eu era realmente boa, mesmo que não fosse. Minha superação finalmente aconteceu em meados de 2007 quando percebi que não precisava competir com quem estava ao meu lado, mas comigo mesma. Me auto ultrapassar. Percebi que o pensamento positivo era o primeiro passo até a chegada de uma boa oportunidade, e assim estava sendo até que percebi esse mundo sujo cheio de disputas que é obrigado a competir com seus próprios amigos. A lei é pensar no próprio umbigo e, como já diz o ditado, "Amigos, amigos, negócios à parte". E, já que cada um pensa no seu, não seria egoísmo da minha parte pensar um pouquinho em mim. Eu sinto que essa é minha vez, minha chance, mas também sinto que por motivos banais essa seja a chance de outro se promover. Que seja justo, porque insegurança jamás... indignação sempre.
Quando mais nova me auto acreditava, pensava que não era capaz de ser melhor do que meus colegas nas notas ou até em conseguir namorar o menino mais legal da turma. Ao mesmo tempo me esforçava muito para que me tornasse diferente, tentava acreditar em mim mesmo com tantos contras ao meu favor. Não era necessário ninguém dizer que eu era a malhor, a mais bonita, a mais inteligente; era preciso que eu acreditasse que eu era realmente boa, mesmo que não fosse. Minha superação finalmente aconteceu em meados de 2007 quando percebi que não precisava competir com quem estava ao meu lado, mas comigo mesma. Me auto ultrapassar. Percebi que o pensamento positivo era o primeiro passo até a chegada de uma boa oportunidade, e assim estava sendo até que percebi esse mundo sujo cheio de disputas que é obrigado a competir com seus próprios amigos. A lei é pensar no próprio umbigo e, como já diz o ditado, "Amigos, amigos, negócios à parte". E, já que cada um pensa no seu, não seria egoísmo da minha parte pensar um pouquinho em mim. Eu sinto que essa é minha vez, minha chance, mas também sinto que por motivos banais essa seja a chance de outro se promover. Que seja justo, porque insegurança jamás... indignação sempre.
sábado, 22 de março de 2008
Clichê
Se adapte ou fora
Esse dias durante as aulas de sociologia e cultura brasileira o tema sociedade capitalista foi super abordado e, como o capitalismo tem várias vertentes, o que eu achei de principal foi a padronização do mundo. E, falando em padronização lembrei dos jovens de hoje, de ontem e de amanhã. Nossa, eles parecem ventrílocos, usam as mesmas roupas, curtem o mesmo som e frenqüentam os mesmos lugares. Não se vê mais jovens fora do modelo cordão de prata, ou do tênis all star preto. Não se vê mais estilo próprio, nem variadas tribos. Hoje tudo se divide em "playssons" e "emos", e se resume em falta de criatividade e rebeldia dos adolescentes. Não seri se é o meio em que vivo, ou se em todos os lugares o mundo está assim. Ou você chora porque uma formiga morreu ou esbanja/ parcela dinheiro comprando bermudas de marca. A padronização é visível, mas ninguém se dá conta que as diferenças nos fazem únicos.
Esse dias durante as aulas de sociologia e cultura brasileira o tema sociedade capitalista foi super abordado e, como o capitalismo tem várias vertentes, o que eu achei de principal foi a padronização do mundo. E, falando em padronização lembrei dos jovens de hoje, de ontem e de amanhã. Nossa, eles parecem ventrílocos, usam as mesmas roupas, curtem o mesmo som e frenqüentam os mesmos lugares. Não se vê mais jovens fora do modelo cordão de prata, ou do tênis all star preto. Não se vê mais estilo próprio, nem variadas tribos. Hoje tudo se divide em "playssons" e "emos", e se resume em falta de criatividade e rebeldia dos adolescentes. Não seri se é o meio em que vivo, ou se em todos os lugares o mundo está assim. Ou você chora porque uma formiga morreu ou esbanja/ parcela dinheiro comprando bermudas de marca. A padronização é visível, mas ninguém se dá conta que as diferenças nos fazem únicos.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Ser mãe...
... é uma comédia.
É, o maior sonho de uma mulher eu realizei hoje: ser mãe. Opa! Opa! Calma gente! Não é nada disso que estão pensando. A história é a seguinte: o meu grande amor resolveu dividir o meu amor por ele com outra coisinha e me deu mais um amorzinho. Ele se chama Panda e só tem um mes de vida... ah, e é um hamster lol. Estou a procura de um sobrenome porque Panda de vê em qualquer lugar... ou não. Eu não sei muito bem o que dizer dele porque ele só está a poucas horas comigo, mas sei que pelo carinho que ele foi dado a mim, vai ser bem feliz e vai me alegrar sempre enquanto meu grande amor não estiver comigo para me salvar das depressões. O que posso dizer sobre ele é que nessas primeiras horas ele já tentou suicídio e gosta de rodar por fora da rodinha, o resto foi Dona R. que viu, porque tive que estudar. Eu não me caibo em tanta felicidade em ter "alguém" pra eu cuidar, ao invés de ter mais uma pessoa que cuide de mim. Obrigada, meu amor, por me dar um bebê tão lindo.
É, o maior sonho de uma mulher eu realizei hoje: ser mãe. Opa! Opa! Calma gente! Não é nada disso que estão pensando. A história é a seguinte: o meu grande amor resolveu dividir o meu amor por ele com outra coisinha e me deu mais um amorzinho. Ele se chama Panda e só tem um mes de vida... ah, e é um hamster lol. Estou a procura de um sobrenome porque Panda de vê em qualquer lugar... ou não. Eu não sei muito bem o que dizer dele porque ele só está a poucas horas comigo, mas sei que pelo carinho que ele foi dado a mim, vai ser bem feliz e vai me alegrar sempre enquanto meu grande amor não estiver comigo para me salvar das depressões. O que posso dizer sobre ele é que nessas primeiras horas ele já tentou suicídio e gosta de rodar por fora da rodinha, o resto foi Dona R. que viu, porque tive que estudar. Eu não me caibo em tanta felicidade em ter "alguém" pra eu cuidar, ao invés de ter mais uma pessoa que cuide de mim. Obrigada, meu amor, por me dar um bebê tão lindo.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Homens
Quem os entende?
Meus amigos são uma verdadeira comédia, e desta vez falo dos homens. Enquanto uns me proíbem de ligar em certos horários, outros me dão dicas de beleza diária. Ah, e tem também os que só falam besteira, mas esses todo mundo tem. Vamos por partes... Eu não entendo muito bem essa história de namorada ciumenta, não sei se é porque não sou ciumenta com o meu, ou porque sou considerada uma ameaça constante. Elas fazem de tudo para afastar os namorados das amigas (é meu namorado não tem muitas amigas, por isso sou mais tranquila lol), mas você pensa que eles são bobos? Ah, só se fingem de dominados. O que acho engraçado mesmo é que por causa de um papo bobo, uma saudade fraternal, temos que fazer tudo às escondidas, como se realmente fossemos fazer algo errado. Isso pode soar meio contraditório, mas faz sentido. Já o outro terço dos amigos me fala sobre cabelo, unha depilação, entendem tudo! E por incrível que pareça não são homosexuais, nem sinpatizam com a idéia de gostar do outro lado do babado. Concluindo: eu não entendo os homens (que novidade!). Ao mesmo tempo que se mostram machões mas dominados frente as suas mulheres, desobedecem e são metrosexuais com as amigas. Aiai... homens...
Meus amigos são uma verdadeira comédia, e desta vez falo dos homens. Enquanto uns me proíbem de ligar em certos horários, outros me dão dicas de beleza diária. Ah, e tem também os que só falam besteira, mas esses todo mundo tem. Vamos por partes... Eu não entendo muito bem essa história de namorada ciumenta, não sei se é porque não sou ciumenta com o meu, ou porque sou considerada uma ameaça constante. Elas fazem de tudo para afastar os namorados das amigas (é meu namorado não tem muitas amigas, por isso sou mais tranquila lol), mas você pensa que eles são bobos? Ah, só se fingem de dominados. O que acho engraçado mesmo é que por causa de um papo bobo, uma saudade fraternal, temos que fazer tudo às escondidas, como se realmente fossemos fazer algo errado. Isso pode soar meio contraditório, mas faz sentido. Já o outro terço dos amigos me fala sobre cabelo, unha depilação, entendem tudo! E por incrível que pareça não são homosexuais, nem sinpatizam com a idéia de gostar do outro lado do babado. Concluindo: eu não entendo os homens (que novidade!). Ao mesmo tempo que se mostram machões mas dominados frente as suas mulheres, desobedecem e são metrosexuais com as amigas. Aiai... homens...
domingo, 2 de março de 2008
Sua presença...
... não me incomoda, me faz feliz
Mais um daqueles sábados de família reunida, muito bate-papo, cerveja a vontade e muita saudade. Os assuntos nem sempre são os mesmos, pelo tamanho da família não dá nem pra contar a possíbilidade de temas para se dialogar, porém sempre caímos no mesmo tópico: como seria bem se eles tivessem aqui. Mas será que eles não estão aqui? Alguns sonham que estão bem, outros que não tão bem assim. Não acredito muito em sonhos e, além disso, sinto a presença de um deles aqui, onde sempre estiveram. Cada coisa que deixaram, sendo material ou não, faz parte da sua alma ainda. Pode parecer inacreditável ou até mesmo estranho pra quem não acredita, mas tenho um acontecimento não muito normal para contar.
Ela amava suas plantas e cuidava delas. Brotavam e geravam novas mudas as quais seus filhos invejavam, e nenhuma das mudas vingava do jeito da dela. Como até plantas são herança, logo foram espalhadas entre os 5. Ontem trouxemos duas plantas, sem flores, sem perfume, e eu não sei dizer da onde vinha o constante cheiro de rosas de dentro do carro. E sabe o que dizem sobre cheiro de rosas, né? Olhava por todos os cantos em busca de onde o cheiro vinha mais forte, mas ele ia e vinha parecendo se esconder. Se mostrava de uma maneira delicada com a inteção de se mostrar presente, só isso. E quanto o carro parou na garagem o cheiro se foi, mas sinto que ela continua aqui, presente, viva, reprensetada.
Mais um daqueles sábados de família reunida, muito bate-papo, cerveja a vontade e muita saudade. Os assuntos nem sempre são os mesmos, pelo tamanho da família não dá nem pra contar a possíbilidade de temas para se dialogar, porém sempre caímos no mesmo tópico: como seria bem se eles tivessem aqui. Mas será que eles não estão aqui? Alguns sonham que estão bem, outros que não tão bem assim. Não acredito muito em sonhos e, além disso, sinto a presença de um deles aqui, onde sempre estiveram. Cada coisa que deixaram, sendo material ou não, faz parte da sua alma ainda. Pode parecer inacreditável ou até mesmo estranho pra quem não acredita, mas tenho um acontecimento não muito normal para contar.
Ela amava suas plantas e cuidava delas. Brotavam e geravam novas mudas as quais seus filhos invejavam, e nenhuma das mudas vingava do jeito da dela. Como até plantas são herança, logo foram espalhadas entre os 5. Ontem trouxemos duas plantas, sem flores, sem perfume, e eu não sei dizer da onde vinha o constante cheiro de rosas de dentro do carro. E sabe o que dizem sobre cheiro de rosas, né? Olhava por todos os cantos em busca de onde o cheiro vinha mais forte, mas ele ia e vinha parecendo se esconder. Se mostrava de uma maneira delicada com a inteção de se mostrar presente, só isso. E quanto o carro parou na garagem o cheiro se foi, mas sinto que ela continua aqui, presente, viva, reprensetada.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Minhas novas meninagens
A mocinha de agora
De uma hora pra outra é inevitável perceber que você está envelhecendo. Tá bom, tá bom, só vou fazer 20 anos, mas vou percebendo cada vez mais coisas aparecendo e desaparecendo em mim. Não só fisicamente, como psicologicamente também... Mas vamos pelo pecado da vaidade. Porque para ficar "bonita" tem que se sofrer tanto? Digo bonita entre aspas porque nem sempre o resultado desejado é o obtido, mas não vamos por este prisma. Tá, o problema é: quanto mais os anos passam mais tem-se a necessidade de se cuidar para que futuramente não se caia (literalmente). E dái vem um monte de artifícios criados pelo homem para nos mantermos ergridas por mais tempo. Fazer unha, dói. Fazer escova, dói. Fazer sombrancelha, dói. Colocar aparelho, dói. Fazer pra academia, dói. Até se manter empinada, dói. É, e tudo isso por causa da famosa ditadura pela perfeição humana, que sei, não existe. Mas também quero me entregar as pelacas. Eu não sei se este post é de reclamação ou agradecimento. Eu reclamo que dói, mas também eu gosto de estra apresentável... mas dói, entende? Eu só sei de uma coisa, 20 com carinha de 14 e 50 com carinha de 20. xD
De uma hora pra outra é inevitável perceber que você está envelhecendo. Tá bom, tá bom, só vou fazer 20 anos, mas vou percebendo cada vez mais coisas aparecendo e desaparecendo em mim. Não só fisicamente, como psicologicamente também... Mas vamos pelo pecado da vaidade. Porque para ficar "bonita" tem que se sofrer tanto? Digo bonita entre aspas porque nem sempre o resultado desejado é o obtido, mas não vamos por este prisma. Tá, o problema é: quanto mais os anos passam mais tem-se a necessidade de se cuidar para que futuramente não se caia (literalmente). E dái vem um monte de artifícios criados pelo homem para nos mantermos ergridas por mais tempo. Fazer unha, dói. Fazer escova, dói. Fazer sombrancelha, dói. Colocar aparelho, dói. Fazer pra academia, dói. Até se manter empinada, dói. É, e tudo isso por causa da famosa ditadura pela perfeição humana, que sei, não existe. Mas também quero me entregar as pelacas. Eu não sei se este post é de reclamação ou agradecimento. Eu reclamo que dói, mas também eu gosto de estra apresentável... mas dói, entende? Eu só sei de uma coisa, 20 com carinha de 14 e 50 com carinha de 20. xD
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Transformação para pior?
Ontem.
Porblemas, problemas e mais problemas... Não há nada que afete mais o humor das pessoas. O ditado é velho e verídico, quanto mais tomamos tapas e chutes da vida, mais ficamos calejados para próximos acontecimentos ruins que acontecerão (é, ninguém está livre disso). E, o que eu acabei descobrindo é: só se conhece realmente uma pessoa quando conhece as trajédias que passou. Só assim entende o porquê de certas atitudes, que antes achava de cunho individualista e frio, mas que agora fazem todo o sentido. Não sei se me sinto melhor, ou até mais confortada de saber o que aconteceu, me sinto, sim, inútil. Inútil em saber de tantas mágoas do passado de outros, que afetam meu relacionamento com os tais e ainda por cima não fazer nada que possa mudar, e que só posso tentar entender.
Porblemas, problemas e mais problemas... Não há nada que afete mais o humor das pessoas. O ditado é velho e verídico, quanto mais tomamos tapas e chutes da vida, mais ficamos calejados para próximos acontecimentos ruins que acontecerão (é, ninguém está livre disso). E, o que eu acabei descobrindo é: só se conhece realmente uma pessoa quando conhece as trajédias que passou. Só assim entende o porquê de certas atitudes, que antes achava de cunho individualista e frio, mas que agora fazem todo o sentido. Não sei se me sinto melhor, ou até mais confortada de saber o que aconteceu, me sinto, sim, inútil. Inútil em saber de tantas mágoas do passado de outros, que afetam meu relacionamento com os tais e ainda por cima não fazer nada que possa mudar, e que só posso tentar entender.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Menina má?
Já começou por ter nascido...
O dia que eles acharem que eu estou certa acho que chove coraçõezinhos vermelhos e brilhantes do céu. Acho que fui um erro por ter nascido, porque indo pela lógica de que faço tudo, absolutamente tudo, errado, eu devo ser um atalho na vida dos dois. Eu não me lembro em nenhum momento a frase "você tem razão". Será que estou sempre errada mesmo? Será que é errado dizer o que pensa? Será que existe mesmo o errado? Acho que a diferença de mais de 20 anos de idade reflete na maneira como se pensa nas coisas, ou não. Pensando pelo lado antiquadro , mantenho minha opinião. Não sou tão revolucionária a ponto de ferir qualquer tradição de perfeição de uma família. Na verdade, me acho a cópia exata, porém o que sobressai são os defeitos com ser grossa, me impor, até mesmo não dar atenção quando não estou muito afim. Claro que não acho nada disso nem um pouco bonito, porém esse tipo de técnica de ensinamento comportamental é usado comigo o tempo todo. Quando mais vivo, mais vejo os erros e mais me controlo para não explodir a qualquer momento. Juro que tento ser a mais paciente e controlada possível, mas as tentativas de um lado só da corda fazem você cair de cara no chão. E o meu medo é que isso um dia aconteça.
O dia que eles acharem que eu estou certa acho que chove coraçõezinhos vermelhos e brilhantes do céu. Acho que fui um erro por ter nascido, porque indo pela lógica de que faço tudo, absolutamente tudo, errado, eu devo ser um atalho na vida dos dois. Eu não me lembro em nenhum momento a frase "você tem razão". Será que estou sempre errada mesmo? Será que é errado dizer o que pensa? Será que existe mesmo o errado? Acho que a diferença de mais de 20 anos de idade reflete na maneira como se pensa nas coisas, ou não. Pensando pelo lado antiquadro , mantenho minha opinião. Não sou tão revolucionária a ponto de ferir qualquer tradição de perfeição de uma família. Na verdade, me acho a cópia exata, porém o que sobressai são os defeitos com ser grossa, me impor, até mesmo não dar atenção quando não estou muito afim. Claro que não acho nada disso nem um pouco bonito, porém esse tipo de técnica de ensinamento comportamental é usado comigo o tempo todo. Quando mais vivo, mais vejo os erros e mais me controlo para não explodir a qualquer momento. Juro que tento ser a mais paciente e controlada possível, mas as tentativas de um lado só da corda fazem você cair de cara no chão. E o meu medo é que isso um dia aconteça.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Pensamentos de chuveiro
... e de pré-dormir também.
Nossa, as vezes me dá uma raiva quando aquelas idéias magníficas acontecem quando vc menos espera. Eu ouvi falar que isso acontece com todo mundo, tanto que teve um carinha que descobriu uma parada importante pra sociedade (detalhe que não lembro qual carinha, nem o que inventou) no momento entre estar acordado e já dormindo. Ele ficou pensando sobre o assunto enquanto segurava alguma coisa que caia no chão e fazia barulho (também não me lembro o que era lol), para que na hora que estivesse sonolento, o copo caísse e ele acordava com a idéia prontinha prontinha. E no chuveiro a mesma coisa, ouvi dizer que jornalistas e escritores tem as melhores idéias no banheiro. Hoje foi uma dessas experiências, o problema é que depois que você sai para se enxugar, não se lembra de absolutamente nada. E quando está aquele soninho bom... tem a tal da preguiça de se levantar pra escrever e ver no dia seguinte o plano genial... *pendurando bloquinhos pela casa*
Nossa, as vezes me dá uma raiva quando aquelas idéias magníficas acontecem quando vc menos espera. Eu ouvi falar que isso acontece com todo mundo, tanto que teve um carinha que descobriu uma parada importante pra sociedade (detalhe que não lembro qual carinha, nem o que inventou) no momento entre estar acordado e já dormindo. Ele ficou pensando sobre o assunto enquanto segurava alguma coisa que caia no chão e fazia barulho (também não me lembro o que era lol), para que na hora que estivesse sonolento, o copo caísse e ele acordava com a idéia prontinha prontinha. E no chuveiro a mesma coisa, ouvi dizer que jornalistas e escritores tem as melhores idéias no banheiro. Hoje foi uma dessas experiências, o problema é que depois que você sai para se enxugar, não se lembra de absolutamente nada. E quando está aquele soninho bom... tem a tal da preguiça de se levantar pra escrever e ver no dia seguinte o plano genial... *pendurando bloquinhos pela casa*
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Decisões
Menina contraditória
Eu nunca soube o que queria da minha vida. Se queria ir para direita, para esquerda, ser cobrada, não ser cobrada, ir ou não ir. Eu nunca sei. Eu tenho um defeito horrível, acho que por medo do erro, de ficar questionando terceiros dos prós e contras do que eu vou escolher. Pode ser também que as opções sejam tão restritas que se tornam igualmente importantes. Na verdade, eu não sei se acho tão ruim assim (e começa a contradição). Simplesmente coloco o que é bom ou ruim pra mim de acordo com a opinião que quem convive e se importa comigo. Por exemplo a faculdade. Tinha feito a maior cagada em escolher administração e direito, eu não sei o que eu estaria fazendo em sala de aula por quatro ou cinco anos. Depois de bater um papo de bar com meu primo resolvi fazer jornalismo. Uma das únicas coisas que sei que sou "menos pior" que muita gente é em escrever, e eu ia desperdiçar isso fazendo uma coisa que eu teria que realmente aprender e não ia gostar. Jornalismo não, já estava na alma e eu nem sabia. É, se eu não tivesse "pesquisado" a minha maneira como iria saber. E sabe aqueles testes vocacionais? Eu estaria fazendo economia ou turismo. O bom de todas essas bifurcações, acho que fui pelo lado certo que, se não tivesse percorrido, não estava feliz com tanta coisa, não tinha conhecido pessoas realmente importantes e que acrescentariam coisa de extrema relevância. Obrigada meu erro!
Eu nunca soube o que queria da minha vida. Se queria ir para direita, para esquerda, ser cobrada, não ser cobrada, ir ou não ir. Eu nunca sei. Eu tenho um defeito horrível, acho que por medo do erro, de ficar questionando terceiros dos prós e contras do que eu vou escolher. Pode ser também que as opções sejam tão restritas que se tornam igualmente importantes. Na verdade, eu não sei se acho tão ruim assim (e começa a contradição). Simplesmente coloco o que é bom ou ruim pra mim de acordo com a opinião que quem convive e se importa comigo. Por exemplo a faculdade. Tinha feito a maior cagada em escolher administração e direito, eu não sei o que eu estaria fazendo em sala de aula por quatro ou cinco anos. Depois de bater um papo de bar com meu primo resolvi fazer jornalismo. Uma das únicas coisas que sei que sou "menos pior" que muita gente é em escrever, e eu ia desperdiçar isso fazendo uma coisa que eu teria que realmente aprender e não ia gostar. Jornalismo não, já estava na alma e eu nem sabia. É, se eu não tivesse "pesquisado" a minha maneira como iria saber. E sabe aqueles testes vocacionais? Eu estaria fazendo economia ou turismo. O bom de todas essas bifurcações, acho que fui pelo lado certo que, se não tivesse percorrido, não estava feliz com tanta coisa, não tinha conhecido pessoas realmente importantes e que acrescentariam coisa de extrema relevância. Obrigada meu erro!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Os prazeres de Amelie Poulain
Versão Graziela G.
As coisas que aspiram liberdade de atraem. O interessante é que esse tipo de coisa é de uma simplicidade imensa e de uma importância gigantesca pra mim. Coisas como sentir o vento no meu rosto, ficar sentada olhando pro nada ou, até mesmo, abandonar o celular por uns dias. A sensação é incrível, é como se estivesse escutando Aqueous Transmission, do Incubus, inúmeras vezes de olhos bem fechados. Na verdade, acho que coisas simples como beber água após escovar os dentes e ficar olhando a pessoa de quem gosto sem que ela perceba que me deixam num estado de êxtase. É, alguns dos meus prazeres são fáceis de saciar, a maioria deles por sinal, porém nada como uma praia num dia de chuva ou um show de rock lotado. As vezes penso que a única coisa que não me deixa feliz é essa falta de liberdade que já passou dos portões de grade da minha casa. Nada como andar pela rua sem a preocupação se está bem apresentável ou que vai ser assaltada a quarquer momento. Andar de bicicleta em zigue-zague depois de um banho frio. Não há nada melhor.
As coisas que aspiram liberdade de atraem. O interessante é que esse tipo de coisa é de uma simplicidade imensa e de uma importância gigantesca pra mim. Coisas como sentir o vento no meu rosto, ficar sentada olhando pro nada ou, até mesmo, abandonar o celular por uns dias. A sensação é incrível, é como se estivesse escutando Aqueous Transmission, do Incubus, inúmeras vezes de olhos bem fechados. Na verdade, acho que coisas simples como beber água após escovar os dentes e ficar olhando a pessoa de quem gosto sem que ela perceba que me deixam num estado de êxtase. É, alguns dos meus prazeres são fáceis de saciar, a maioria deles por sinal, porém nada como uma praia num dia de chuva ou um show de rock lotado. As vezes penso que a única coisa que não me deixa feliz é essa falta de liberdade que já passou dos portões de grade da minha casa. Nada como andar pela rua sem a preocupação se está bem apresentável ou que vai ser assaltada a quarquer momento. Andar de bicicleta em zigue-zague depois de um banho frio. Não há nada melhor.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Deixa feder
O meu mundo familiar
Um dia receberam um e-mail, daqueles clichês, dizendo o seguinte:
"Não guarde suas batatas". Era uma esperiência de escola. Cada um tinha que levar numa sacola a quantidade de batatas equivalente a quantidade de pessoas que guardavam rancor, e carrega-la por onde fossem. As tantas batatas que carregavam foram apodrecendo e o cheiro ficara insuportável.
Tá, a moral da história vocês já entenderam. Aonde quero chegar mesmo é que todo mundo fica passando essas correntes que dizem para não guardar rancor, amar o próximo e um monte de lezeiras mais, e pra que? "Que mensagem linda". E, não se passam cinco minutos, estão praticando o inverso. Até acho a iniciativa de um mundo melhor boa, porém as pessoas não são boas e não há santo que as façam verdadeiramente puras a ponto de perdoar que as magoaram no passado. Por isso que nem leio. Certas coisas e certas pessoas, é mais sensato que não se perdoe. Agora, quando se tem um porque, uma causa e uma maneira de se conviver com amor, porque não? E também, não posso ser perfeita, porque quem me cria está longe dessa característica. E guardar batatas podres perto de mim não é uma boa solução.
Um dia receberam um e-mail, daqueles clichês, dizendo o seguinte:
"Não guarde suas batatas". Era uma esperiência de escola. Cada um tinha que levar numa sacola a quantidade de batatas equivalente a quantidade de pessoas que guardavam rancor, e carrega-la por onde fossem. As tantas batatas que carregavam foram apodrecendo e o cheiro ficara insuportável.
Tá, a moral da história vocês já entenderam. Aonde quero chegar mesmo é que todo mundo fica passando essas correntes que dizem para não guardar rancor, amar o próximo e um monte de lezeiras mais, e pra que? "Que mensagem linda". E, não se passam cinco minutos, estão praticando o inverso. Até acho a iniciativa de um mundo melhor boa, porém as pessoas não são boas e não há santo que as façam verdadeiramente puras a ponto de perdoar que as magoaram no passado. Por isso que nem leio. Certas coisas e certas pessoas, é mais sensato que não se perdoe. Agora, quando se tem um porque, uma causa e uma maneira de se conviver com amor, porque não? E também, não posso ser perfeita, porque quem me cria está longe dessa característica. E guardar batatas podres perto de mim não é uma boa solução.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Para um querido, que pouco conheci
Esse não é dos melhores dias.
É, perdemos mais um membro da Família Silva em menos de um ano. Mesmo sendo do mesmo sangue, eu não o conhecia direito. Não que eu não quisesse, eu queria, e muito, porém nas circunstâncias em que ele se encontrava desde o meu nascimento ficaria difícil ter aquela relação de avô e neta como se vê por aí. Queria ter coisas boas para contar, coisas que fiz com ele, que falei... mas infelizmente, a única coisa que posso dizer, é que adorava o apelido que ele me deu. Pode parecer estranho para alguns, mas aquele bebê olhudo não poderia ter outro apelido (dado, claro, por um nordestino) a não ser "olho do jabuticaba". E ainda escuto ele me chamar assim.
É, perdemos mais um membro da Família Silva em menos de um ano. Mesmo sendo do mesmo sangue, eu não o conhecia direito. Não que eu não quisesse, eu queria, e muito, porém nas circunstâncias em que ele se encontrava desde o meu nascimento ficaria difícil ter aquela relação de avô e neta como se vê por aí. Queria ter coisas boas para contar, coisas que fiz com ele, que falei... mas infelizmente, a única coisa que posso dizer, é que adorava o apelido que ele me deu. Pode parecer estranho para alguns, mas aquele bebê olhudo não poderia ter outro apelido (dado, claro, por um nordestino) a não ser "olho do jabuticaba". E ainda escuto ele me chamar assim.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Aos amigos
Amizades verdadeiras duram?
Eu não sei o conceito verdadeiro da palavra amizade. Se é você estar ou ligar todos os dias, contar todos os segredos e problemas, eu não tenho amizades verdadeiras. Existem certas pessoas passaram pela minha vida que considero, mas que não tenho contato ha anos. Tá, dá para contar nos dedos... Mas nunca irão deixar de ter um espaço no meu coração e, quem sabe no futuro, na minha vida novamente. É, as vezes sinto ciúmes sim daquelas pessoas cheias de fotos com seus amigos, exibindo a alegria de estar com eles. Eu queria também ter essas fotos, mas ainda acho que não é o momento para aproximação, muita coisa ainda tem que acontecer com cada um de nós. O acaso dirá tudo. Ah, e nunca esquecendo dos amigos que estou fazendo nessa nova fase, estão sendo importantes, até mais do que eu imaginava que seriam. Caráter, cumplicidade, amadurecimento, coisas que só começamos a perceber depois de passar por certas coisas. Sim, tenho amigos pra vida toda, distantes ou não, estão aqui. Sempre.
Eu não sei o conceito verdadeiro da palavra amizade. Se é você estar ou ligar todos os dias, contar todos os segredos e problemas, eu não tenho amizades verdadeiras. Existem certas pessoas passaram pela minha vida que considero, mas que não tenho contato ha anos. Tá, dá para contar nos dedos... Mas nunca irão deixar de ter um espaço no meu coração e, quem sabe no futuro, na minha vida novamente. É, as vezes sinto ciúmes sim daquelas pessoas cheias de fotos com seus amigos, exibindo a alegria de estar com eles. Eu queria também ter essas fotos, mas ainda acho que não é o momento para aproximação, muita coisa ainda tem que acontecer com cada um de nós. O acaso dirá tudo. Ah, e nunca esquecendo dos amigos que estou fazendo nessa nova fase, estão sendo importantes, até mais do que eu imaginava que seriam. Caráter, cumplicidade, amadurecimento, coisas que só começamos a perceber depois de passar por certas coisas. Sim, tenho amigos pra vida toda, distantes ou não, estão aqui. Sempre.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
15 dias de atraso
Como o ano começou.
Amor. É essa a palavra que exprime tudo. Na passagem de 2007 para 2008 foi tudo o que senti. O amor na sua forma mais pura e simples, mas é claro que tem um motivo, a pessoa perfeita pra mim. Nós podiamos estar jogando, lendo, vendo filme, televisão, ouvindo música, ou mesmo na praia, tudo era perfeito porque ele deixa tudo ser assim. Não poderia começar o ano pouco apaixonada, não é? Cada momento, sorriso, palavra é indescritível. Só sei que o dia que esses momentos pequenos pararem de ser especiais, quer dizer que não estarei mais aqui, pois viverei para amá-lo. É, meu texto de começo de ano virou uma declaração de amor, mas nada além disso pode explicar como 2008 começou pra mim.
Amor. É essa a palavra que exprime tudo. Na passagem de 2007 para 2008 foi tudo o que senti. O amor na sua forma mais pura e simples, mas é claro que tem um motivo, a pessoa perfeita pra mim. Nós podiamos estar jogando, lendo, vendo filme, televisão, ouvindo música, ou mesmo na praia, tudo era perfeito porque ele deixa tudo ser assim. Não poderia começar o ano pouco apaixonada, não é? Cada momento, sorriso, palavra é indescritível. Só sei que o dia que esses momentos pequenos pararem de ser especiais, quer dizer que não estarei mais aqui, pois viverei para amá-lo. É, meu texto de começo de ano virou uma declaração de amor, mas nada além disso pode explicar como 2008 começou pra mim.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
2008
O ano começa finalmente.
Esse novo blog vem com intenção anual. Cada 31 de dezembro, se eu ainda tiver tempo e paciência, criarei um novo. Como passagem de ano é renovação, porque não criar um blog por ano? Renovar as idéias é sempre bom.
Por enquanto nada a declarar. Quem sabe amanhã...
=)
Esse novo blog vem com intenção anual. Cada 31 de dezembro, se eu ainda tiver tempo e paciência, criarei um novo. Como passagem de ano é renovação, porque não criar um blog por ano? Renovar as idéias é sempre bom.
Por enquanto nada a declarar. Quem sabe amanhã...
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